Adestramento de cães adultos

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Existem diversas dúvidas sobre qual é a melhor idade para iniciar o adestramento de um cão... Será que só os filhotes aprendem? Será melhor aguardar a idade adulta para começar o treino? E se o cão for velhinho, ainda tem condições de aprender comandos e mudar alguns hábitos? Sem dúvida, o cãozinho mais novo aprende com mais rapidez e, como ainda não adquiriu “manias”, fica mais fácil absorver comandos e aprender bons comportamentos. Mas isso não quer dizer que cães adultos, e até mesmo idosos, não estejam aptos a aprender, e ter uma vida ativa e divertida, através do exercício que é o adestramento.
Primeiramente, devemos lembrar que adestrar um cão não é só ensinar comandos básicos para obediência, também é incentivá-lo a ter mais atividades físicas e mentais, além de ensinar bons comportamentos e melhorar o convívio com as pessoas ao seu redor. Portanto, é tão importante adestrar filhotes quanto começar esse mesmo trabalho de adestramento com cães mais velhos, que não tiveram oportunidade de aprender quando eram jovens.
Se você tem um cachorro adulto ou idoso e deseja começar a ensinar alguns comandos e truques para ele, mãos à obra! A primeira providência a ser tomada é visitar o médico veterinário, pois ele fará uma análise de seu amiguinho e verá se existe alguma restrição física antes de iniciar o adestramento. Cães mais velhos podem ter problemas nas articulações, diminuição na visão ou audição, problemas de peso, entre outros transtornos provenientes da idade avançada, e esses fatores devem ser avaliados para receber um treino mais adequado à sua condição física. Por exemplo, comandos muito vigorosos, como o rola (em que o cão rola de um lado para o outro, deitado no chão) ou o cumprimenta (em que o cachorro deve sentar-se sobre as patas traseiras e erguer as patas dianteiras), provavelmente serão desconfortáveis para cães mais idosos. Portanto, o adestrador deverá avaliar quais os truques mais adequados para cada pet. Passeios muito longos ou percursos muito íngremes podem cansar cães idosos ou menos preparados fisicamente. Prefira passeios por lugares planos, em horários com temperaturas mais amenas e sempre respeitando os limites do seu amigo.
E esqueça aquela história de que não é possível moldar o comportamento de um cão mais velho, e modificar alguns maus hábitos! Os cães estão constantemente aprendendo, e mesmo cães idosos podem aprender muito, através do treino com reforço positivo, exposição controlada aos estímulos, enriquecimento ambiental, entre outras técnicas. É necessária uma dose extra de paciência e dedicação para o treinamento de um cachorro adulto, pois normalmente ele já tem sua posição hierárquica consolidada, vários comportamentos foram reforçados e o cão foi condicionado a uma série de hábitos com o passar dos anos, e isso pode levar algum tempo para ser modificado. Porém, apesar de todo o trabalho, é extremamente gratificante ver as mudanças comportamentais em um cachorro adulto que passou por adestramento, e tem mais qualidade de vida e uma interação mais prazerosa com as pessoas.
Ficou animado em começar a treinar seu pet adulto ou velhinho? Siga essas orientações, e lembre-se: nunca é tarde para começar, pois com certeza o adestramento trará diversos benefícios e uma vida ativa e feliz para o seu cão!
                                                          
                                              Meus XOXOs enviados por fãs



                                             Gabriel Dos Santos, 9 anos de idade, Minas Gerais

                                              Manuella Vitória, 12 anos de idade, Rio de Janeiro
                                                            

                                                        Kailane Kelly, 7 anos, São Paulo
                     
                                                      Nathally Nilza, 14 anos, Flórida 

                                                     Luana Guimarães , 10 anos, Mato Grosso do Sul

                                                       Teresinha Dias,  16 anos, Bahia

                                                        Marlly Diniz , 12 anos, Sergipe

                                                             Luária Borges , 5 anos, Rondônia

                                                         Leticia Amarilhes, 8 anos, Amapá
                   
                                                      Vitor Hugo, 13 anos, Minas Gerais

                                                           Jean Souza, 8 anos, Pernambuco             

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Como lidar com cães que brigam

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Um problema difícil, complexo e perigoso de lidar é a briga entre cães. Neste artigo, daremos algumas dicas para que você consiga evitar, identificar a origem, controlar e diminuir as brigas de seu cãozinho.
Importante: independentemente das dicas aqui apresentadas, agressividade é sempre um assunto muito sério que pode colocar em risco, não só a segurança dos cães envolvidos, como também a dos donos e até terceiros... Por isso, busque sempre a ajuda de um profissional especialista em comportamento ou adestrador para te ajudar a lidar com situações desse tipo da forma mais segura possível!
O comportamento agressivo faz parte dos cães, porém fica inato e pode despertar em algumas situações. O que podemos fazer para evitar uma possibilidade de agressão futura é realizar a castração e uma excelente socialização. O cachorro e a cadela quando chegam à maturidade sexual sofrem influência hormonal e podem se tornar agressivos e briguentos com outros cães, conhecidos ou não. Por isso, fazer uma boa sociabilização com outros animais evita com que o cão fique com medo ou inseguro nesta situação. Então, deixe o cãozinho quando filhote interagir com outros cães e gatos de diferentes tamanhos, formas e atitudes.
Cachorros que brigam com qualquer outro na rua podem ser exemplos de uma sociabilização errada ou falta de sociabilização, por ficarem inseguros e com medo dessa aproximação. No caso de cães adultos, temos que acostumá-los à presença de outros cães de forma gradual, sempre respeitando o limite do animal. Por exemplo: O cão aceita a presença do outro cachorro a dois metros, devemos respeitar essa distância recompensando e, posteriormente, aproximando-os cada vez um pouco mais, para que a associação com outros cães sejam de recompensas e acontecimentos bons.
E se o cão quer brigar sempre que outro cão passa pelo portão de sua rua? Ele está sendo agressivo para defender o território, dizendo: “Não entre na minha casa, senão vai arrumar encrenca”. Em alguns casos, porém, esta situação pode gerar a chamada agressividade transferida, na qual o cachorro impedido de atacar o outro que passa na rua, acaba por atacar outro cão da própria casa. Neste caso, o proprietário pode trabalhar fazem exercícios de “limite” com o cão.
Quando outro cão passar no portão, delimite o acesso do seu cão a 5 metros do portão, impedindo com que ele tome conta da situação. Para tirar o foco para o cachorro da rua, você pode recompensar seu cão pedindo comandos.
Cães que brigam com outros em locais públicos podem ser dominantes e ter sido mal sociabilizados. Quando o briga ocorre com cães da mesma casa a origem pode ser hormonal ou falta de liderança do dono.
O dono pode controlar um cão dominante assumindo a liderança do grupo estabelecendo regras e limites. Alguns exemplos disso são:
• Colocar um brinquedo ou comida que o animal adore no chão e só permita que ele pegue depois da autorização;
• Limite a passagem do cachorro de um cômodo para outro;
• Antes de dar qualquer coisa ao cão pedir comando a ele.
Em relação ao aparecimento das brigas em cães depois da maturidade, devido aos hormônios, o ideal para ajudar nesta situação é a castração.
Quando há mais de um cão em casa, o dono não deve esquecer que deve respeitar a hierarquia entre os cães, como na hora de fazer carinho, servir a refeição etc... E nunca inverter as posições para não gerar o estopim para uma briga.
O importante é o proprietário estabelecer claramente a liderança para os cães e trabalhar muito a sociabilização, sempre, para evitar problemas futuros e melhorar os atuais.

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Como ensinar comandos para seu cão? – parte 2

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No artigo anterior, você conheceu algumas dicas gerais de treinos de comandos, além aprender como ensinar seu cão a sentar. No texto d ehoje, as dicas serão sobre dois de outros comandos de obediência básica: "deita" e "fica".
Dominando esses comandos, você terá um grande controle sobre o animal. Isso não quer dizer que ele deixará de ter sua própria personalidade, mas apenas que podemos direcionar seu comportamento e conduta de formas mais apropriadas em cada situação.
Deita
• Para o cão deitar, coloque-o na posição sentada.
• Com o petisco diante de seu focinho faça um movimento vertical para baixo. Cuidado para não fazer um movimento diagonal para frente ou para trás.
• Faça as primeiras induções bem lentamente. O cão deve acompanhar com a cabeça e deitar aos poucos.
• Movimentos rápidos farão com que o cão desista de deitar ou que saia da posição sentada.
• Clique e recompense conforme ele vai descendo com o corpo, mesmo que ainda não assuma a posição deitada.
• Lembre-se de que ele tenderá a intensificar esse comportamento, deitando cada vez mais.
• Quando o cão deitar de fato, clique e o elogie bastante, para que sirva como uma super recompensa e que ele entenda que era exatamente isso que você queria.
• Repita esse procedimento até que ele se deite toda vez que se faz o movimento vertical com o petisco.
• Use um petisco em cada mão, induzindo com uma e recompensando com a outra.
• Assim que o cão estiver obedecendo à indução, passe a fazer o gesto (que deriva do movimento da indução), sem o petisco na mão;
• Alterne a mão que recompensa, para que o cão não tenha a única expectativa de receber o petisco sempre da mesma mão;
• Quando ele estiver respondendo bem ao gesto, comece a usar o comando verbal ‘deita’ seguido do gesto. Assim o cão entende que a palavra corresponde ao comando.
• Repita quantas vezes for necessário. Quando ele não obedecer ao comando verbal, induza-o a fazer o que você pede.
Fica
• Este é um treino bem gradual e estimula a independência do cão, além de fazê-lo se sentir mais familiarizado com o ambiente em que se pratica esse comando;
• Procure um local confortável para o cão ou torne o local confortável com uso de caminha ou um tapete para que ele fique em cima;
• Na posição sentada ou deitada, fale ‘fica’ fazendo um gesto com a mão aberta e a palma virada para o cão. Clique e recompense logo em seguida.
• Caso o cão erre, chame a atenção com um bronca no instante em que ele tenta sair da posição e o recoloque na posição que estava anteriormente. Para recolocá-lo na posição, induza-o a sentar ou a deitar e peça para e apenas o recompense depois do fica.
• Recompense-o sempre que ficar, mesmo que por pouco tempo;
• Aos poucos vá aumentando o intervalo entre o comando e a recompensa;
• Cães ansiosos tendem a tolerar intervalos menores, por isso seja bem paciente.
• Regrida alguns passos sempre que ele errar. Quanto mais erros ele comete, menos motivado ele se torna. Por isso sempre o faça mais fácil possível, de forma que ele provavelmente consiga acertar.
• Observe e aprenda a interpretar a expressão corporal do cão. Eles geralmente dão dicas de que vão sair da posição.
• Sempre que possível, controle os estímulos ambientais para aumentar as chances de acerto, como por exemplo fazer os treinos iniciais num ambiente calmo e que o cão goste.
• Aos poucos intensifique os estímulos que ele recebe enquanto está no fica. A distância e a duração do comando também são estímulos controlados pela pessoa que treina o animal.
• Um cão independente não significa que ele não precisa mais de você, mas que ele se sente confortável mesmo na sua ausência, sem entrar em pânico por estar sozinho. Isso é essencial para seu bem-estar.
Saber usar esses comandos também já é um sinal de que você entendeu a base para se ensinar o cão, compreendendo-o melhor. Desta forma pode-se ter uma convivência muito mais prazerosa entre pessoas e cães.

Fontes : DR.Pet 

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Como ensinar comandos para seu cão?

cao senta 1024x768 Como ensinar comandos para seu cão?
O ‘senta’ é o comando mais simples e útil que podemos ensinar a um cão. Por esse motivo é geralmente um dos primeiros treinos feitos em qualquer adestramento de obediência.
Neste artigo, você vai descobrir como fazer isso utilizando o Adestramento Inteligente, técnica utilizada pelos adestradores da Cão Cidadão, baseada no clicker e no reforço positivo.
O treino de clicker, consiste na sinalização com um estalo, que pode ser feito com a boca ou com qualquer objeto que faça um barulho padronizado, alto o suficiente para sinalizar precisa e claramente o momento que o cão fez um comportamento que desejamos, mas não tão alto que possa assustar o animal.
Para que o cão compreenda o significado que queremos desse sinal, o recompensamos logo depois do clique. Com a repetição, condicionamos o animal a esperar pela recompensa sempre que ouve o sinal. É o mesmo mecanismo do apito do microondas, que indica pra gente que a comida está pronta.
O uso da recompensa é o reforço positivo e deve ser algo motivador o bastante para o cão nos obedecer. Geralmente utilizamos um pedaço de petisco por ser mais amplamente aceito por eles. O uso da recompensa reforça o comportamento, isso quer dizer que cada vez mais o cão tenderá a intensificar o comportamento, além de executá-lo com mais rapidez.
Dicas gerais para treinos de comandos
• O cão, assim como nós, aprende em qualquer idade. A tendência geral é que quanto mais novos, mais rápido é o aprendizado, por isso seja paciente;
• A repetição é essencial para que o cão entenda a lógica do treino.
• Sempre procure induzir com gestos calmos, tentando repetí-lo de forma mais uniforme possível para que o cão associe o movimento com o comando;
• É preciso levar em consideração o porte do cão, então somente a prática poderá mostrar a posição mais adequada para colocarmos o petisco e induzí-lo a obedecer o comando;
• Utilize o comando verbal apenas quando o cão já estiver obedecendo o comando gestual para que ele aprenda, por exemplo, que o comando para sentar é ‘senta’, e não ‘senta... senta...senta...’;
• Prefira treinos curtos e frequentes do que treinos longos e esporádicos. Assim conseguimos manter a motivação do cão e também da pessoa que o treina.
• Respeite a velocidade de aprendizado do animal e não superestime sua capacidade de aprendizado. Uma expectativa irreal é uma das principais causas de treinos frustrados.
• Treine em horários afastados das refeições para que o cão esteja com apetite e sua recompensa seja uma ‘moeda de troca’ válida;
• Cada cão é único. Alguns gostam de petiscos e outros não. Alguns alimentos como queijos, frutas ou carnes podem ser mais eficazes. Ainda há também aqueles que preferem brinquedos do que comida.
• Varie as situações e locais em que você treina o cão para ele aprender a te obedecer em qualquer situação;
• Indução com petisco, gesto e comando verbal são dicas que damos ao cão. Quanto mais informação damos, mais claro se torna o que queremos. Dependendo da situação precisamos regredir e usar a indução para que ele nos obedeça novamente.
Agora podemos começar a ensinar alguns comandos.
Senta
• Para fazer seu cachorro sentar basta segurarmos o petisco acima da cabeça dele;
• Se o posicionarmos muito alto, o cão levantará, e se for baixo demais o cão não sentará;
• Assim que ele sentar, clique e recompense;
• A resposta ao comando tende a ficar cada vez mais rápida com o treino. Repita esse procedimento até que o cão comece a sentar assim que erguemos a mão;
• Tenha um pedaço de petisco em cada mão. Induza com uma e recompense com a outra, dessa forma evitamos que o cão ‘vicie’ em seguir com o olhar a mão que segura o petisco.
• Lembre se de que o cão deve estar atento em você;
• Comece a induzir apenas com o gesto (sem o petisco) assim que ele já estiver craque nos passos anteriores;
• Quando ele já estiver respondendo bem ao gesto, começamos a usar o comando ‘senta’ (ou qualquer outra palavra de sua preferência), sempre clicando e recompensando quando ele obedece ao comando.
Mais do que ensinar truques, adestrar o cão pode ajudar em diversas situações do dia a dia e ajudar no tratamento de problemas de comportamento.
No próximo artigo, mais dicas sobre comandos. Até lá!

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Falta de apetite: o que fazer quando o cão não quer comer?

cao comida 1024x768 Falta de apetite: o que fazer quando o cão não quer comer?

A maioria dos cães vive esfomeada... Na hora da refeição, alguns vão tão esganados pro prato, que parecem que não comem há dias! O que muita gente não sabe é que essa “fome” constante está ligada a umas coisas lá do passado... No período de evolução dos cães, a comida nem sempre era farta, pelo contrário, costumava faltar. Por isso, o cachorro precisava aproveitar qualquer oportunidade de se alimentar e carrega este comportamento até hoje.
Agora, se o seu cão não faz parte dessa maioria, e você precisa implorar e até fazer malabarismos pra que ele se alimente, aí vão algumas dicas que podem ajudar a aumentar a vontade de comer do seu amigo.
Saúde
Antes de qualquer coisa, consulte um médico veterinário e certifique-se de que a falta de apetite não é causada por problemas de saúde. Só o veteriário poderá avaliar o caso, pessoalmente, para dar um diagnóstico.
Greve de fome
Parece loucura, mas acredite: cães muito carentes podem não se alimentar só pra ganhar a atenção dos donos! E o proprietário, sem querer, acaba reforçando este comportamento fazendo exatamente o que o cachorro quer: dá carinho, conversa com ele e até oferece ração na mão pra fazê-lo comer.
A melhor maneira de resolver o problema é inibir este comportamento lentamente (sem deixar o cachorro passar fome, é claro!). Para isso, você pode lançar mão de várias táticas: oferecer uma ração mais gostosa, evitar falar com ele se não comer e elogiá-lo enquanto come, para estimulá-lo.
Competindo
Os cães são muito competitivos, também por conta de um comportamento herdado de seus ancestrais. Se naquele tempo, os cachorros não comessem ou demorassem muito pra devorar a refeição, poderiam perder a chance, passar um longo tempo sem se alimentar e conseqüentemente ficar em desvantagem. Logo, se você tem mais de um cachorro, se aproveite disso pra chamar a atenção do animal que não está nem aí pra comida.
A dica é: coloque as vasilhas de ração bem próximas. Assim quando o desinteressado perceber a vontade do outro em pegar o que é seu, irá engolir a comida.
Hora de comer
Antes, era muito normal alimentar cães adultos apenas uma vez por dia. Hoje, já se sabe que eles devem comer pelo menos duas vezes por dia, o que ajuda a evitar problemas como gastrite e torção gástrica.
Alguns cães sentem mais fome em determinados horários ou comem compulsivamente quando enfrentam situações de estresse. Cachorros assim geralmente se alimentam só uma vez por dia e depois não querem mais saber de comida. Os donos ficam tão preocupados com essa atitude que acabam cometendo um erro clássico: aumentam a quantidade de ração na única refeição que o cão faz. O problema é que isso só piora a situação: o cachorro vai ficar empanturrado e continuará recusando a outra refeição... com razão!
Se você se enquadra nessa trupe, faça o contrário: diminua um pouco a quantidade de ração da primeira refeição do dia, para que na próxima o cão coma com mais apetite.

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